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Canadá: Aurora pede a regulador que obrigue Curaleaf a corrigir divulgação da oferta hostil
A Aurora Cannabis apresentou, a 23 de Setembro, um pedido à Comissão de Valores Mobiliários de Alberta (ASC) para que a Curaleaf corrija a documentação da sua oferta pública de aquisição, alegando falta de demonstrações financeiras pro forma, ausência de aviso em francês e incumprimento do período mínimo de depósito de 105 dias.
A Aurora Cannabis apresentou, a 23 de Setembro, um pedido à Comissão de Valores Mobiliários de Alberta (ASC) para que a Curaleaf corrija a documentação da sua oferta pública de aquisição, alegando falta de demonstrações financeiras pro forma, ausência de aviso em francês e incumprimento do período mínimo de depósito de 105 dias.
Segundo a Mugglehead, a Aurora pede à ASC que exija a apresentação das demonstrações financeiras pro forma em falta e de um aviso em língua francesa para os accionistas do Quebeque, além de garantir que os accionistas recebem o período mínimo de depósito de 105 dias após a correcção destas alegadas falhas. O comunicado da empresa não indica número de processo, data de audiência nem data de decisão, tratando-se de um pedido e não de uma decisão do regulador.
A oferta da Curaleaf foi lançada a 18 de Agosto, propondo 0,3463 acções da Curaleaf e 0,75 dólares em dinheiro por cada acção da Aurora, um pacote com valor implícito de 4 dólares calculado com base no preço de fecho da Curaleaf de 10 de Agosto. Os termos da oferta estabelecem um tecto máximo de 5 dólares por acção e uma data de expiração a 1 de Dezembro, salvo prorrogação, alteração ou retirada por parte da Curaleaf, de acordo com a Mugglehead.
Os administradores da Aurora já tinham recomendado aos accionistas, a 2 de Setembro, que rejeitassem a oferta não tomando qualquer acção e retendo as suas acções, recomendação reiterada no comunicado de 23 de Setembro, que pede ainda aos accionistas que já tenham entregue títulos que os retirem. A Aurora sustenta que o alegado incumprimento do período de depósito obrigatório torna a oferta não permitida ao abrigo do seu plano de direitos dos accionistas, segundo a mesma fonte.
Boris Jordan, presidente e CEO da Curaleaf, tinha afirmado no anúncio de 18 de Agosto que a empresa estava a colocar a proposta ‘directamente nas mãos dos accionistas da Aurora’. A Curaleaf, que já opera instalações certificadas EU-GMP em Portugal e Espanha, apresenta a operação como forma de reforçar a integração entre cultivo na América do Norte e distribuição na Europa. Até ao momento, o comunicado da Aurora não indica prazo para uma decisão da Comissão de Valores Mobiliários de Alberta.
Fonte: Mugglehead Investment Magazine
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[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]____________________________________________________________________________________________________
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