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Dinamarca: Regulador não identificou novas preocupações de segurança com canábis medicinal em 2025
A Agência Dinamarquesa de Medicamentos não encontrou novas preocupações de segurança relacionadas com a canábis medicinal em 2025, apesar de o número de doentes com receitas ter aumentado mais de 50%, segundo o relatório anual de segurança citado pelo Cannabis Health News.
A Agência Dinamarquesa de Medicamentos não encontrou novas preocupações de segurança relacionadas com a canábis medicinal em 2025, apesar de o número de doentes com receitas ter aumentado mais de 50%, revelam relatórios anuais de segurança, citados pela Cannabis Health News.
A agência recebeu três relatórios sobre quatro suspeitas de efeitos secundários durante 2025, todos submetidos por médicos, de acordo com a Cannabis Health News. Dois casos envolviam suspeitas de reacções graves e um era não grave. Após analisar os casos, o regulador afirmou não ter identificado “sinais de problemas de segurança” nem motivos para introduzir medidas adicionais de redução de risco.
O uso de canábis medicinal continuou a crescer no último ano do programa-piloto dinamarquês, que teve início em 2018 e se tornou permanente a 1 de Janeiro de 2026. Segundo a Agência Dinamarquesa de Medicamentos, o número de doentes que levantou receitas aumentou 54% em 2025, e o número de receitas dispensadas cresceu 64% face ao ano anterior. De acordo com um resumo em inglês publicado pela empresa dinamarquesa Stenocare, foram dispensadas 22.410 receitas a 2.465 doentes em 2025, contra 13.665 receitas a 1.605 doentes em 2024.
O reduzido número de relatórios não significa que apenas três doentes tenham sentido efeitos secundários, nem que a canábis medicinal tenha sido comprovada como isenta de riscos, segundo o Cannabis Health News. Tratam-se de suspeitas de reacções, ou seja, casos reportados como potencialmente ligados a um produto, sem que isso prove causalidade. O resumo da Stenocare refere que o regulador considera que os efeitos secundários “podem estar subnotificados” e que continuará a lembrar os médicos das suas obrigações de reporte.
Os três relatórios diziam respeito a doentes tratados para dor neuropática, em dois casos, e para estimulação do apetite, num caso, com idades entre os 21 e os 82 anos, segundo a Stenocare. A empresa acrescentou que todas as reacções suspeitas já eram conhecidas de medicamentos aprovados com canábis, sem qualquer suspeita ligada à qualidade de fabrico. A Agência Dinamarquesa de Medicamentos alerta ainda que existem poucos estudos de elevada qualidade sobre efeitos e efeitos secundários da canábis em humanos, pelo que as evidências continuam limitadas, e afirma que vai continuar a monitorizar suspeitas de efeitos secundários após a transição para um programa permanente.
Fonte: Cannabis Health News
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[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]____________________________________________________________________________________________________
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