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POSIÇÃO PÚBLICA DO CANNAREPORTER® SOBRE A INDÚSTRIA DA CANÁBIS MEDICINAL EM PORTUGAL

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Imagem gerada por Inteligência Artificial com logótipo oficial do CannaReporter®
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Desde sempre, o CannaReporter® tem sido alvo de críticas, tentativas de condicionamento editorial, acusações de sensacionalismo e até ameaças, na sequência da publicação de notícias que, por vezes, não servem os interesses dos visados. A situação não é inédita. As críticas e as tentativas de censura fazem, infelizmente, parte do exercício global do jornalismo, muitas vezes resultando do desconhecimento geral que existe sobre os seus princípios e enquadramento legal. Nas últimas semanas, as críticas e a pressão aos jornalistas do CannaReporter® tiveram como origem o facto de várias empresas portuguesas terem desaparecido das listas oficiais do Infarmed (mesmo que, nalguns casos, temporariamente), o que motivou a necessidade de esclarecer e tornar pública a nossa posição.

O CannaReporter® é um órgão de comunicação social independente sediado em Portugal, registado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) com o número 127889. O jornalismo é uma profissão altamente regulada em Portugal, à semelhança de outras como a de médicos, advogados ou farmacêuticos. Rege-se pela Lei de Imprensa, pelo Estatuto do Jornalista e pelo Código Deontológico dos Jornalistas.

Os jornalistas do CannaReporter® são profissionais qualificados, titulares de uma carteira profissional emitida pela Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas, e exercem a sua actividade com rigor, isenção e responsabilidade, sempre com foco no interesse público.

Não obstante o estrito cumprimento do enquadramento legal e deontológico que rege a nossa profissão, e a julgar pelas mensagens que temos recebido, incluindo de pessoas com quem temos relações profissionais próximas, persiste confusão sobre o papel do jornalismo e do CannaReporter® junto do sector.

Perante esta situação, importa esclarecer o seguinte:

  1. O CannaReporter® não é uma agência de comunicação, nem uma entidade de promoção ou representação da indústria da canábis. Não participa em decisões de negócio, nem representa interesses económicos, apenas divulga informação verificada;
  2. O CannaReporter® considera ser do interesse público do sector da canábis medicinal, a nível nacional e internacional, a dinâmica constante de entrada e saída de empresas licenciadas pelo Infarmed das respectivas listas oficiais. Esta informação é pública, numa tentativa de transparência do regulador português, mas não está facilmente acessível no site do Infarmed, o que justifica o nosso trabalho de a tornar disponível aos leitores, principalmente os que não falam português;
  3. Os motivos pelos quais uma empresa (ou licença) desaparece das listas não são revelados pelo regulador, até por uma questão de sigilo profissional, e são sempre e completamente alheios ao CannaReporter®. Os jornalistas contactam, sempre que possível, todas as empresas visadas e o próprio Infarmed para uma contextualização do sucedido e estão sempre abertos a publicar qualquer clarificação por parte dos visados. Além disso, e perante algumas reacções de surpresa ou confusão, publicámos um esclarecimento e avisamos os leitores, nesses artigos, sobre as várias razões que podem levar uma empresa a desaparecer temporariamente das listas;
  4. O CannaReporter® respeita e assegura plenamente o direito de resposta, estando disponível para publicar reacções, efectuar correcções ou reconhecer eventuais erros, sempre que necessário e devidamente fundamentado. Ainda assim, perante factos verificados, não há lugar a argumentação que os contrarie por conveniência. Tal como não interferimos na gestão das empresas nem nas funções do regulador, também não aceitamos ingerências na forma como exercemos a nossa profissão. Cada entidade deve conhecer e respeitar o seu papel, com seriedade e integridade;
  5. O nosso papel é claro: informar, fazer jornalismo. No entanto, há um princípio essencial que não pode ser ignorado: o impacto que os factos possam ter nas empresas não é responsabilidade dos jornalistas. O jornalismo não existe para proteger interesses nem para servir agendas, tal como não existe para prejudicar alguém só porque sim. Existe para informar.
  6. Desde 2017, o CannaReporter® tem contribuído para a divulgação de mais informação sobre canábis. Promovemos, desde 2018, um espaço de diálogo directo entre o regulador e a indústria, através da conferência PTMC — Portugal Medical Cannabis, e temos procurado construir pontes entre todas as partes da indústria. Mas construir pontes não significa representar o sector e muito menos abdicar dos princípios básicos que regem a profissão dos jornalistas.

Há apenas três dias, Portugal celebrou o 25 de Abril — a famosa revolução dos cravos, que pôs fim à ditadura e à censura. É precisamente no espírito dessa liberdade que rejeitamos qualquer forma de intimidação ou tentativa de pressão.

Estamos certos de que os nossos leitores valorizam informação rigorosa, fidedigna e de qualidade, assente na independência editorial, e não em conteúdos influenciados por interesses económicos ou empresariais. É nessa convicção que continuamos a exercer o nosso trabalho no CannaReporter®, acreditando que tal posição serve o superior interesse do público.

O jornalismo não existe para agradar. Existe para informar.

E continuará a fazê-lo com rigor, isenção e liberdade.

28 de Abril de 2026
A Redacção do CannaReporter®

 

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[Aviso: Por favor, tenha em atenção que este texto foi originalmente escrito em Português e é traduzido para inglês e outros idiomas através de um tradutor automático. Algumas palavras podem diferir do original e podem verificar-se gralhas ou erros noutras línguas.]

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